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Policiais Civis
Publicada em 04/05/18 às 13:11h - 13 visualizações
Investigadoras que reagiram a assalto contam que celulares à mostra podem ter atraído bandido
Ação aconteceu na rua Alexandre Nadolny, no Santa Cândida, em Curitiba, na manhã de ontem.

Por Elizangela Jubanski e Antônio Nascimento em 04 de Maio, 2018 as 10h36.


 (Foto: Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Curitiba. Foto: Divulgação Polícia Civil do Paraná)

As duas investigadoras da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que reagiram a um assalto e prenderam um suspeito armado com simulacro disseram que o uso de telefones celulares pelas ruas pode atrair bandidos. No momento da tentativa de assalto, elas estavam com os aparelhos nas mãos se comunicando com a equipe de investigação. A ação aconteceu  na rua Alexandre Nadolny, no bairro Santa Cândida, em Curitiba, no fim da manhã desta quinta-feira (3).

Em entrevista à Banda B, uma das investigadoras - que não terá o nome revelado - contou em detalhes sobre a reação que culminou com a prisão do suspeito. "Nós estávamos ali fazendo as investigações normais, de acordo com a diligência que precisávamos fazer, e na hora estávamos nos comunicando com outros colegas pelo WhastApp. Acho que foi aí que ele viu o momento certo de abordar duas mulheres que supostamente estavam distraídas", disse.

Assim que anunciou o assalto, o suspeito pediu os celulares das investigadoras. "Ele colocou a mão na cintura, mas não tirou a arma de dentro da calça, só mostrou que estava armado e eu não pensei duas vezes, saquei a arma e dei voz de prisão", contou ela.

A segunda investigadora também disse à Banda B que os celulares estavam à mostra. "Estávamos passando a nossa pesquisa de campo aos colegas e ele notou que estávamos com nossos celulares nas mãos", contou a policial, que tem sete anos de corporação.

Para elas, o bandido contou que decidiu assaltar ao ver a mãe doente e desempregada. "Contou isso, mas não cola. É um bandido experiente, já foi preso por 157 (roubo), já tem um histórico ali de assaltos", detalhou uma delas à Banda B.

A mesma situação já tinha acontecido com uma delas, há anos. "Eu estava com três meses de polícia, sozinha e duas pessoas me abordaram na região do Centro. Eles queriam que eu entregasse tudo e minha pistola estava dentro do sobretudo, estava frio na época. Eu reagi, liguei pro pessoal do distrito, consegui segurar os dois e eles foram presos. Engana quem pensa que temos aparência frágil", finalizou.

As duas investigadoras são policiais civis, em média, desde 2012. Regularmente, policiais e investigadores passam por treinamentos diversos para promover o desenvolvimento da corporação.

Vídeo

Imagens de câmeras de segurança mostram o suspeito levantando a camisa para pegar a arma, momento em que as policiais reagem e o rendem. Como sabia que estava com uma arma de brinquedo, o ladrão sequer fez menção de reagir, simplesmente se entregou as policiais civis, sendo encaminhado à Central de Flagrantes.




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